PCR implanta sistema de coleta seletiva em hospital pediátrico


A partir de setembro, parte do lixo gerado por funcionários, pacientes e acompanhantes do Hospital de Pediatria Maria Cravo Gama, em Areias, poderá ser reciclado. Nesta semana, a Prefeitura do Recife, por meio da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), inicia o recolhimento do resíduo depositado nos Ecopontos instalados em diversas alas do hospital.
 
Na semana passada, agentes socioambientais e arte-educadores da Assessoria Sócio Ambiental (ASA) da Emlurb desenvolveram, ao longo de três dias, um conjunto de ações junto aos funcionários e pacientes do hospital para conscientizá-los sobre a importância da destinação correta e do reaproveitamento dos resíduos. O grupo promoveu reuniões e debates sobre os problemas causados pelo descarte irregular de lixo, distribuiu material informativo e apresentou esquetes teatrais com orientações sobre coleta seletiva, instruções de separação do lixo seco e molhado, reutilização e reciclagem. 
 
A gerente administrativa do Hospital Maria Cravo Gama, Rosineide Oliveira falou sobre cuidado necessário com a destinação do lixo em um ambiente de grande circulação como um hospital.  “Através de um colega de profissão, conheci o trabalho de educação ambiental realizado pela Emlurb e achei interessante trazê-lo para cá. Nossa pediatria tem cerca de 200 funcionários e realiza uma média de 4 mil atendimentos por mês. Essas ações educativas foram bastante esclarecedoras, pois as pessoas que convivem no hospital receberam informações sobre um serviço novo e importante para todos", relata a funcionária. 
 
A assessora socioambiental da Emlurb, Jane Correia, ressalta a boa receptividade do trabalho entre os funcionários do hospital. “Acreditamos bastante no sucesso desta iniciativa no Cravo Gama, pois a ação da ASA foi exitosa e muito bem aceita pela direção. Esclarecemos que separação dos resíduos sólidos, além de beneficiar o meio ambiente, também é importante para os municípios porque aumenta a vida útil dos aterros sanitários. Reciclando os materiais reaproveitáveis sobra espaço nos aterros para os resíduos orgânicos. Isso diminui os impactos negativos à natureza”, explica.
 
 
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